segunda-feira, 12 de maio de 2014

Cuba - parte 3 - nadando com golfinhos - abril/2012

Ok, ok, Havana é muito legal. E acho que tem que visitar logo, porque sabe-se lá o que vai acontecer com a ilha quando os irmãos Castro deixarem o poder.

Mas ir para uma ilha no Caribe e não ir para praia é a mesma coisa que ir a Roma e não ver o Papa (eu fui a Roma e não vi o Papa, mas isso fica para outro post).

Então pensamos em que outra cidade poderíamos visitar e ficamos entre três: Varedero, Cayo Coco e Cayo Largo. Varadero nós eliminamos porque parecia um roteiro CVC...E depois de pesquisar mais um pouco optamos por Cayo Largo, porque tinha um passeio com golfinhos.

Nem sabíamos muito o que esperar desse passeio com os golfinhos, pois não havia muitas informações disponíveis. Mas foi (de longe) a coisa mais legal que fiz na minha vida!








Lindos golfinhos: Luna e Beni!



Funciona assim: numa das praia, ficam dois golfinhos dentro de um cercado. Aí entram de 4 a 8 pessoas na água (com colete salva-vida), para interagir com os golfinhos. Então você faz os sinais que o treinador ensina e eles fazem alguma coisa, como dar beijo, girar, 'dançar'. Pode parecer meio bobo falando assim, mas eles são tão incrivelmente fofos que eu não conseguia parar de sorrir, parecia criança! E a pele deles é muito legal, parece borracha. O nosso golfinho chamava Beni e era muito esperto! Mas o mais legal é quando os trinadores mandando todas as pessoas para o fundo do cercado e pedem para uma pessoa por vez deitar de barriga para baixo, com os pés bem retos. Eu fui a primeira, então não sabia o que esperar. Fiquei lá deitada com as pernas muito duras e veio um golfinho em cada pé e me levantaram no ar! Genteeeeeeeeeeeeeeee! Que coisa mais fantástica! Eu gritava, ria, fazia pose para um dos treinadores que estava tirando fotos (que depois seriam vendidas pela módica quantia de 20 dólares). 


Depois até fiquei um pouco preocupada, pensando pobres golfinhos, ficam presos, tendo que interagir com esse monte de turistas... mas os golfinhos pareciam bem tratados. Claro que não temos que saber como eles sentem e pensam e com certeza seria melhor se eles estivessem vivendo em alto-mar. Da mesma forma como seria melhor que não existissem zoológico e aquários. Mas penso que quando interagimos com os animais de alguma forma, e como vemos como eles são incríveis, vamos nos dedicar a proteger melhor esse planeta para todos os seus habitantes. 


Ficamos no Hotel Sol Pelicano, (340 euros por 3 noites para 2 pessoas) que é um resort beira-mar. All-nclusive, mas o padrão das comidas e das bebidas não era lá muito bom não. O que valia a pena eram os calamares (lulas) fritos no almoço. Depois de Cayo Largo os calamares se tornaram um dos meus pratos preferidos (de preferência na praia!).

Reservei os vôos por esse site:

http://www.cubatravelnetwork.com/en/flights/flights_to_cayo_largo.asp
(Até hoje rio quando leio Aerogaviota...kkkk)

Os vôos de ida e volta ficaram cerca de 120 euros por pessoa, isso já com as taxas.


Chegando em Cayo Largo, pensamos que íamos pegar um táxi e ir para o hotel, simples né? Ocorre que a maioria (todo mundo) que vai para lá vai de excursão e já inclui o transfer do aeroporto-hotel no pacote. Ou seja, não há táxis! Então tivemos que pegar carona num dos ônibus e fomos para nosso hotel.

Presta atenção no papagaio de pirata láááá no fundo imitando a minha pose...kkkk

Passeio de barco com direito a lagosta no por-do-sol!

Hotel Sol Pelicano

O delfinário




* Se você não leu os outros posts sobre Cuba, fique ligado na hora de viajar: melhor levar euros, porque para trocar os dólares eles cobram taxas.


* Para quem se interessar mais sobre animais aquáticos, recomendo o documentário Blackfish, que fala sobre o tratamento dado às orcas no SeaWorld. Está no Netflix. 


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